quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O SECRETO VICÍO DA PORNOGRAFIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS!

A pornografia vem crescendo na internet. Atualmente, 12% dos sites acessados são de conteúdo pornográfico. Uma recente pesquisa feita pela revista americana Cosmopolitan revelou que 40 milhões de americanos visitam sites pornográficos regularmente, dos quais 70% têm entre 18 e 34 anos e veem pornografia pelo menos uma vez por mês. A média de idade estimada para o primeiro contato com a pornografia virtual é de 11 anos.
O abuso da pornografia tem mais a ver com uma questão psicológica do que moral.  Terapêutas alertam que o aumento da pornografia na internet está diretamente ligado ao aumento de pessoas viciadas em pornografia. Em uma pesquisa recente, 94% dos terapeutas disseram ter percebido um aumento no número de pessoas viciadas em pornografia. Toda uma geração foi afetada pela pornografia na internet, que se tornou educação sexual. Ao que tudo indica, a próxima também será. A situação fez com que o abuso de pornografia entrasse para o manual de doença mentais dos EUA como “Distúrbio Hipersexual”.
Inúmeros estudos associam a pornografia a uma atitude negativa em relação à intimidade, e imagens neurológicas confirmam isso. Susan Fiske, professora de psicologia na Universidade de Princeton, usou exames de ressonância magnética em 2010 para analisar homens enquanto assistiam filmes pornô. A atividade do cérebro revelou que esses homens passavam a olhar para mulheres mais como objetos do que como pessoas depois de assistirem filmes pornô compulsivamente.
Plasticidade do cérebro
Assistir pornografia virtual frequentemente redefine o padrão mental, mudando preferências e criando a necessidade de um estímulo incapaz de ser saciado na vida real. O processo mental é parecido com o que acontece quando superamos uma separação se apaixonando por outra pessoa. Primeiro, “desaprendemos” um padrão antigo cortando e modificando conexões cerebrais. Depois, substituímos as antigas conexões por outras.
Mas, graças à plasticidade do cérebro, é possível reverter esse quadro. Basta parar de assistir. No livro Reconstrução do Cérebro, o psiquiatra Norman Doidge relata como seus pacientes viciados em pornografia conseguiram superar o vício. “A plasticidade cerebral faz o cérebro criar novos padrões de excitação, substituindo as antigas preferências, incluindo namoradas e esposas. Ao parar de buscar pornografia na internet, o apetite por este novo padrão desapareceu”, explica o psiquiatra.
Fonte: The Wall Street Journal-Online

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ENTRE A CRUZ E O ARCO-ÍRIS

Há alguns dias eu terminei de ler o livro "Entre a cruz e o arco-íris", da jornalista Marília de Camargo César. O livro trata-se de uma pesquisa com muitas entrevistas, sobre a complexa relação dos cristãos evangélicos de nosso país com a homoafetividade. Marília de Camargo é autora dos livros Feridos em Nome de Deus (2009) e Marina: a vida por uma causa (2010), a biografia da ex-senadora e líder am­bientalista Marina Silva. Trabalhou na TV Globo, na Gazeta Mercantil, no Il Sole-24 Ore. Em "Entre a cruz e o arco-irís", a autora parte do princípio de que  a existência de gays nas igrejas evangélicas é uma realidade e que os cristãos brasileiros num contexto geral, têm dificuldades em se relacionar com os homossexuais e não estão preparados para lidar com eles em suas igrejas. O livro está repleto de entrevistas de homossexuais assumidos, de ex- homossexuais, de ex-ex-homossexuais, de familiares de homossexuais e de pastores de comunidades cristãs ortodoxas e de igrejas inclusivas (Igrejas para gays). Marília de Camargo César mantem seu estilo jornalistico, mas no decorrer de sua obra, faz críticas severas ao modo como a maioria dos cristãos evangélicos lidam com a homoafetividade. Ela o faz, por meio de questionamentos, utilizando muitas perguntas retóricas que levam o leitor a realmente pensar sobre o tema. Algo muito interessante neste trabalho de pesquisa da jornalista Marília de Camargo César, é que ela refere-se ao tema da conturbada relação dos cristãos com a homoafetividade, de uma perspectiva bilateral, sempre mostrando os dois lados de tal relação. Enxergamos não somente o drama dos homossexuais, mas também a crise dos líderes espirituais que lidam com pessoas que assumiram a sua condição homoafetiva. Creio que "Entre a cruz e o arco-íris", é um livro diferenciado pela temática com a qual lida. A homoafetividade é tabu no meio cristão-evangélico e além de ser tabu também é um grande desafio, posto que os homossexuais militantes em tempos recentes, reivindicam direitos civis que aparentemente se chocam com muitos dos interesses da agenda evangélica. Indico a leitura de "Entre a cruz e o arco-íris", a todos os homossexuais e a todos os cristãos, assim também como a qualquer pessoa que goste de refletir honestamente sobre temas controversos. Siga o cristo crucificado!


Cesar, Marilia de Camargo. Entre a cruz e o arco-irís. Editora Gutemberg: São Paulo.2013, 240 p.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DÊ UM TIRO NA CABEÇA DO EVANGELHO DA PROSPERIDADE!

Nos últimos dias, tenho lido alguns livros que abordam o tema: sociedade de  consumo. Inevitavelmente fiz um paralelo deste assunto com  a fé cristã. O fato é que fazemos parte de uma sociedade de hiper consumo. Consumimos tudo; de cosméticos a tecnologia. De coisas tangíveis a coisas intangíveis. Das coisas intangíveis que se transformaram em consumíveis em nossa sociedade, a fé tornou-se a principal. A fé cristã que em sua essência é gratuita e não comercializável, entrou na prateleira. Tornou-se mais um produto na grande vitrine da sociedade de consumo. Hoje, Deus, fé, Bíblia e igreja são encarados como artigos de um grande e lucrativo negócio. Os televangelistas apresentam Deus como se apresentassem uma mercadoria. As igrejas deixaram de ser casas de oração e se tornaram covis de ladrões e recintos de barganhas. Na verdade, me sinto enojado com toda essa situação; me gera náuseas... As consequências da comercialização da fé são as piores possíveis. Gera fiéis infiéis a Deus. Gente que se relaciona (se é que se relacionam), com Deus  somente na base da barganha. Grande parte dos cristãos evangélicos que se encontram na maioria das igrejas evangélicas de nosso país hoje, não depositam sua fé em Jesus Cristo; ao contrário exercem fé na fé. Para eles é a fé que move montanhas e não a fé em Jesus. Essas consequências trazem implicações para a vivência da fé no cotidiano. Pelo fato da fé no imponderável ter-se tornado consumível e comercializável, os agentes instrumentalizadores da fé convencional, também passaram a ser compreendidos como meras mercadorias. Essa é a razão pela qual ministros religiosos são hostilizados e substituídos por outros quando não possuem um rendimento que preencha as expectativas de mercado do fiéis. Da mesma forma são tratadas as comunidades de fé. Igrejas que não ostentam um discurso de prosperidade e de cura são preteridas. A busca hoje é pelas igrejas que oferecem algo palpável aos seus membros. O evangelho como ele é, puro e simples, não serve mais, pois ele implica muitas vezes em sofrimento e subtração material para a vida de seus adeptos. O evangelho que se tem hoje é o evangelho da prosperidade, onde tudo se restringe a aquisições materiais e quantificações numéricas. Em meio a toda essa realidade fico pensando para onde caminha a maioria das igrejas evangélicas do Brasil. O que restará disso tudo, daqui a alguns anos? Qual será o discurso? Como serão os cristãos frequentadores de tais igrejas? Sinceramente, sem querer ser pessimista, provavelmente todo este quadro desembocará numa situação lastimável. Pelos passos em que toda essa coisa anda, a comercialização aumentará e a deturpação do evangelho também aumentará. Eu não me conformo em aceitar isso, mas é a tendência natural das coisas... A única coisa a se fazer em meio a esse fogo cruzado (resposta a uma pergunta que um jovem me fizera à alguns dias), é viver o evangelho como Jesus ensinou. Viver o evangelho do reino de Deus como Cristo nos mostrou, se constitui na antítese do evangelho da prosperidade. Convido você a a partir de hoje, viver o evangelho genuíno de Jesus, dando dessa forma, um tiro na cabeça do evangelho da prosperidade. Siga o Cristo crucificado!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

ACAMPAMENTO "EU SOU O SEGUNDO"

Nos dias 13 à 15 de setembro deste ano, será realizado o 4º Acampamento de Jovens da Igreja Batista Betesda. O tema deste acampamento é "Eu Sou o Segundo", baseado numa campanha internacional que ainda não chegou ao Brasil. Este acampamento será maravilhoso pois as condições de infra-estrutura serão as melhores possíveis. O evento será realizado na cidade de Cordeirópolis-SP, numa chácara muito famosa e conhecida de muitas igrejas do Estado de São Paulo: a chácara do Abacateiro. Esta chácara é muito espaçosa, parecendo mais uma pequena fazenda. Abriga 210 pessoas tranquilamente, com dormitórios e banheiros em ótimas condições. Tem dois campos de futebol, um campo para vôlei de areia, uma quadra poliesportiva, uma piscina de ótimo tamanho, sala de jogos, um lago, quiosques e uma imensa área verde. O Evento será maravilhoso também, porque teremos uma festa no dia 14, que marcará história. É a "Festa dos Famosos". Nesta festa contaremos com uma estrutura profissional de som, iluminação, pista de dança e Dj. Será uma mega balada pra moçada. As fotos do evento todo será coberta pela empresa "Mega Agito". O Acampamento "Eu Sou o Segundo" investirá muito em atividades esportivas. Haverá campeonatos de futebol masculino e feminino, com direito a troféus e premiações. As gincanas não ficarão de fora. Dividiremos as gincanas em duas modalidades: esportivas e  não esportivas. O principal do evento, que são as mensagens espirituais estão em boas mãos. Teremos as presenças dos pastores Wanderley Galbiatti (Pastor da Igreja Batista Belo Horizonte em Santa Barbara do Oeste-SP e preletor do Instituto Haggay), Lucas Pacheco (Pastor de Missões da Primeira Igreja Batista de São José dos Campos-SP e cantor), e Ricardo Capler (Pastor sênior da Igreja Batista Betesda). Por fim, no último dia do acampamento contaremos com um show do cantor nacionalmente conhecido Paulo César Baruck e teremos a participação neste show do rapper Lito Atalia. Tenho certeza que este acampamento marcará história. Convido você a se preparar para este evento e a fazer sua inscrição.

O valor do Acampamento é de R$ 210,00
Há vagas em aberto ainda.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

CARTA DE AMOR A UMA LÉSBICA

Por Jackie Hill  

Querida ______,

Apenas quero que você saiba que eu entendo.

Entendo como é estar apaixonada por uma mulher. Querer nada mais do que estar com ela para sempre. Sentindo como se o universo tivesse pregado uma peça sem graça em seu coração ao permitir que você caísse nas mãos de uma criatura que se parece exatamente como você. Eu também era lésbica. Tinha atração pelo mesmo sexo desde os cinco anos de idade. À medida que eu crescia, esses sentimentos nunca diminuiram. Apenas cresceram. Eu me via tendo quedas pelas minhas melhores amigas, mas tinha muita vergonha para admitir para elas – e muito menos para mim. Aos 17 anos finalmente tomei a decisão de ir atrás desses desejos. Envolvi-me em um relacionamento com uma jovem que se tornou a minha “primeira”. Na primeira vez que nos beijamos pareceu extremamente natural, como se esse sentimento fosse tudo que eu sempre quis. Depois dela veio outra mulher, e depois outra. Ambos os relacionamentos foram bastante sérios, cada um levou mais de um ano. Curti esses relacionamentos e amei muito essas mulheres. E cheguei ao ponto de desejar renunciar a tudo, inclusive a minha alma, para desfrutar do amor delas na terra. Em Outubro de 2008, aos 19 anos, minha superficial realidade foi sacudida por um amor mais profundo – um vindo de fora, um sobre o qual eu já tinha escutado antes, mas nunca tinha experimentado. Pela primeira vez, estava convencida do meu pecado de uma maneira que me fez considerar tudo aquilo que eu amava (idolatrava), e suas consequências. Olhei para a minha vida e vi que eu havia estado apaixonada por tudo, exceto por Deus, e que essas decisões iriam, em última instância, ser a minha morte, eternamente. Meus olhos foram abertos, e comecei a acreditar em tudo o que Deus diz em sua palavra. Comecei a crer que aquilo que ele fala sobre pecado, morte e inferno era completamente verdadeiro. E surpreendentemente, ao mesmo tempo em que a penalidade pelo meu pecado se tornava verdadeira para mim, assim foi com a preciosidade da cruz. Uma visão do Filho de Deus crucificado, suportando a ira que eu merecia, e uma tumba vazia mostrando o poder dele sobre a morte – todas as coisas que antes eu tinha ouvido sem nenhum interesse se tornaram a mais gloriosa revelação de um amor tangível. Depois de perceber tudo o que eu teria que abrir mão, eu disse a Deus: “Não posso deixar essas coisas e pessoas pelas minhas próprias forças. Eu as amo demais. Mas eu sei que você é bom e forte o suficiente para me ajudar”. Agora, com 23 anos, posso dizer com toda a honestidade que Deus fez exatamente isso. Ele me ajudou a amá-lo mais do que qualquer outra coisa. Mas por que estou te contando isso? Eu te dei um vislumbre da minha história porque quero que você entenda que eu entendo. Mas também quero que você saiba que eu também entendo como é estar apaixonada pelo Criador do universo. Querer nada mais do que estar com ele para sempre. Sentir sua graça, a melhor notícia já anunciada para a humanidade. Ver seu perdão, ao ponto dele pegar um coração tão perverso em suas mãos de misericórdia. Mas com isso em mente, estamos em uma cultura em que histórias como a minha parecem impossíveis ou hilárias, dependendo de quem está ouvindo. A homosexualidade está em todo lugar – da música à TV, até mesmos nos esportes. Se você acreditar em tudo o que a sociedade tem a dizer sobre homosexualidade, você chegaria à conclusão de que é completamente normal, de certa forma até mesmo admirável. Mas isso está longe da verdade. Deus nos diz que a homosexualidade é pecaminosa, abominável e antinatural (Levítico 18.22, 20.13; Romanos 1.18-32, 1 Coríntios 6.9-11; 1 Timóteo 1.8-10). Mas se tivermos que ser honestos, às vezes a atração homosexual pode parecer natural para mim. Não acho que estou exagerando ao dizer que esse talvez seja seu dilema também. Você vê o que Deus diz sobre homosexualidade, mas o seu coração não pronuncia os mesmos sentimentos. A palavra de Deus diz que é pecaminoso; seu coração diz que se sente bem. A palavra de Deus diz que é abominável; seu coração diz que é agradável. A palavra de Deus diz que é antinatural; seu coração diz que é totalmente normal. Você percebe que há uma clara divisória entre aquilo que a palavra de Deus diz e o que o seu coração sente? Então em qual voz você deve acreditar? Houve um tempo em minha caminhada com Cristo onde experimentei muitas tentações para voltar ao lesbianismo. Essas tentações me fizeram duvidar da palavra de Deus. Minhas tentações e desejos começaram a se tornar mais reais do que a verdade da Bíblia. Enquanto eu orava e meditava nessas coisas, Deus colocou essa impressão no meu coração: “Jackie, você precisa crer que minha palavra é verdade mesmo quando ela contradiz a maneira como você se sente”. Uau! É isso! Ou eu creio na palavra dele ou creio em meus próprios sentimentos. Ou olho para ele para encontrar o prazer que minha alma anseia ou busco o prazer em coisas menores. Ou ando em obediência àquilo que ele falou ou rejeito a verdade dele como se fosse uma mentira. A luta com a homosexualidade é uma batalha de fé. Deus é minha alegria? Ele é bom o suficiente? Ou ainda estou olhando para cisternas rachadas para matar a sede que somente ele pode satisfazer? Essa é a batalha. Essa é a batalha para mim, e para você. A escolha é sua, minha amiga. Oro para que você coloque sua fé em Cristo e fuja das mentiras da nossa sociedade que coincidem com as vozes do seu coração – um coração que a Escritura diz que é corrupto e enganoso (Jeremias 17.9). Ao invés disso, corra para Jesus. Você foi feita para ele (Romanos 11.36). Ele é, em última análise, tudo o que você precisa! Ele é bom e sábio (Salmos 145.9). Ele é a fonte de todo conforto (2 Coríntios 1.3). Ele é gentil e paciente (2 Pedro 3.9). Ele é reto e fiel (Salmos 33.4). Ele é santo e justo (1 João 1.9). Ele é o nosso verdadeiro Rei (Salmos 47.7). Ele é o nosso Salvador (Judas 1.25). E ele está te convidando para ser não apenas serva dele, mas também sua amiga. Se amor eterno é o que você está procurando em algum outro lugar, você está perseguindo o vento, procurando o que você nunca irá encontrar, lentamente sendo destruida pela sua busca. Mas em Jesus, há plenitude de alegria. Em Jesus, há um relacionamento que vale tudo, porque ele é tudo. Corra para ele.



                                                      Jackie Hill                                              

 Traduzido por Alex Daher

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

PARABÉNS PRA MIM!

Hoje, eu completei 27 anos de idade. Fazer aniversário sempre é bom, pois pelo o menos em um dia específico nos tornamos o centro das atenções. Hoje, eu refleti muito sobre a minha vida e sobre o que eu posso oferecer para Deus. Cheguei a conclusão de que estou no caminho certo, fazendo o que Deus realmente quer que eu faça neste mundo. Não existe sensação melhor do que esta. Nas minhas reflexões deste dia, viajei na “batatinha total”. De repente me vi com 20 anos a mais. Comecei a imaginar as coisas que eu haverei de realizar, nas pessoas sobre as quais eu haverei de exercer um impacto positivo… Nesta viajem, meu coração encheu-se de alegria e de ânimo para continuar. O meu maior presente neste dia em que celebro o meu aniversário, são os amigos que fiz no decorrer da caminhada. Agradeço a Deus por tudo o que Ele me tem dado. Sou extremamente grato a Ele por minha família,  por minha linda namorada Camila, por minha maravilhosa igreja, por meu ministério, por meus líderes espirituais, pela minha Faculdade, por minha vocação pastoral.... Sou um jovem verdadeiramente realizado e feliz. Nestes 27 anos de existência tenho aprendido uma coisa: a maior, mais importante e melhor decisão que um ser humano pode tomar em sua vida é seguir a Jesus Cristo. Tomei essa decisão na minha adolescência, aos 17. De lá pra cá, tenho empregado minha vida, recursos, tempo, energia, dons e talentos em sua obra aqui na terra. Alguns me perguntam de vez em quando: "Cara, você não se arrepende de viver na igreja e só pensar nessas coisas relacionadas a Deus?" Ao que sempre respondo: "Quando eu estava destruído e sem esperança ele morreu por mim e me deu uma vida completamente nova. Como poderia eu viver de outro modo?" Não há nada melhor do que viver uma vida com Deus! Obrigado Senhor por mais um ano de vida em sua presença! Siga o Cristo Crucificado!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

MINHA VIDA NÃO É CINEMA

As perguntas mais freqüentes em meio a juventude e nossos jovens são:

Um beijo no primeiro encontro é certo?

Namorar alguém que não conhece a Deus é correto?

Porquê preciso da autorização do meu líder se meus pais já liberaram meu namoro?

 “Ficar” é pecado?

Com qual idade é correto namorar?

Porquê sexo antes do casamento é pecado se na Bíblia diz que o sexo foi criado por Deus?



O dia dos namorados já passou, as declarações nas redes sociais bombaram, as floriculturas e lojas de chocolate faturaram e muitos casais comemoraram com um jantar romântico ou um programa a dois. Isso prova que o romantismo ainda existe. Talvez hoje, no século XXI, esse romantismo todo sofreu mudanças drásticas. Há muito tempo atrás, suspiros, trocas de olhares, palavras e gestos  já definiam a palavra namoro. Isso foi em meados do século XIII, declarado por  renomados poetas portugueses. Mas e agora? Em meio a tantas mudanças influenciadas pela mídia e sociedade, o valor do amor também mudou? Nas telas do cinema aparecem aqueles casais perfeitos, que passam por cima de tudo e de todos para que cheguem ao “final feliz”. Até que ponto estas referências trazem boas lições para nós?  Talvez nem tudo que é mostrado na TV, nos cinemas e até mesmo nas músicas é o que Deus tem reservado para nós. O amor verdadeiro, aquele que não vive só de suspiros, mas que nos ensina todos os dias a conquistar o respeito, a afeição e o carinho, precisa ser resgatado à tantas discórdias que a mídia tem mostrado ser “legal”. A série ”Minha Vida Não é Cinema”, baseada no livro do pastor de juventude da PIB São José dos Campos, Marcos Madaleno e sua esposa Mariana Madaleno, veio para ajudar, nós cristãos, a manter nossos olhares sobre namoro, sexo e casamento, sempre à luz da Bíblia. Afinal, cremos que a Palavra de Deus é o que guia nossas escolhas. E por mais que o mundo esteja distorcendo cada vez mais a palavra “amor”, a Bíblia tem muito a nos ensinar a como nos comportar e fazer sérias decisões sobre este assunto. Diante a tantas questões que bombardeiam a vida dos jovens e adolescentes, a necessidade da busca por resposta que realmente traz segurança e nos levam à salvação, torna-se indispensável.Serão momentos para aprender, tirar dúvidas e compartilhar experiências que esta série proporcionará. Por isso, você adolescente que está começando a ter aquelas sensações diferentes que você nunca teve antes, e também você, jovem solteiro ou jovem casal, que ainda precisa esclarecer certos assuntos que não entraram na sua “caxola”, este é momento de aproveitar ao máximo cada ministração.

A série acontecerá na Igreja Batista Betesda, sempre as 19:30h.
 

Confira nossos temas e a programação:


10/08 – O Meu Making Of – Por Mn. Rodolfo Capler

17/08 – O Personagem Principal – Por Mn. Bruno Moraes

24/08 – Um Romance Alto Padrão – Por Mn. Rodolfo Capler

31/08 – O Grand Finale – Por Pr. Ricardo Lima



quarta-feira, 24 de julho de 2013

VOCÊ QUER SER ACEITO?


Aceitação! Essa é a palavra que expressa o maior desejo do ser humano. Todos nós queremos ser aceitos. Criamos ONGs e projetos sociais para acolher os marginalizados e abandonados da sociedade. Queremos que os não aceitos sejam aceitos. Essa é a nossa trajetória desde a infância. Buscamos aceitação de nossos pais e de nossos irmãos. Todos nós queremos ser aceitos com nossas falhas e qualidades, com as nossas variações de humor... Infelizmente, na maioria das vezes não temos sucesso nisso. As pessoas em geral têm dificuldades na aceitação de umas as outras.  As relações humanas estão no fio da navalha porque as pessoas não conseguem e não estão dispostas a se aceitarem. Isso acontece porque falhamos em algo muito essencial na vida de qualquer ser humano: na autoaceitação. Enquanto não nos aceitarmos, não nos sentiremos verdadeiramente aceitos pelos outros e também não conseguiremos aceitar o nosso próximo. Autoceitação é o segredo para toda aceitação. Aceitar-se a si mesmo é a raiz de toda realização humana. Se não estou bem comigo mesmo, não conseguirei estar bem diante dos outros. Preciso estar consciente de meus pontos fracos e de meus pontos fortes. Estou escrevendo esse texto porque tenho vivido isso em minha vida. Durante muito tempo não eu não me aceitava, queria ser uma pessoa mais quieta, introvertida. Em muitas circustâncias, fazia greve de palavras, tentando reprimir minha personalidade. Durante essa fase, nunca aceitei as pessoas de verdade. O antídoto para essa doença da minha alma foi um encontro que tive com Jesus Cristo à dez anos atrás. Conhecer Jesus me fez entender que sou precioso aos olhos de Deus. Deus me aceita do jeito que sou, pois foi ele quem me criou. Ele se agrada de mim, mesmo falando bastante como eu falo e com todas as contrariedades que tenho. Eu fui curado pois, aprendi a me aceitar! Decida se aceitar a partir de hoje. Se Jesus  te aceita, por que você não vai se aceitar? Siga o Cristo crucificado!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Masturbação é pecado?

QUANDO É QUE VOU DESENCALHAR?

Semana passada, deparei-me com um post de um blog, intitulado “Eu não quero mais esperar”, escrito por uma jovem do Reino Unido. No post, ela articulou precisamente muitos dos sentimentos que eu tinha quando era uma mulher solteira chegando aos 30. Sua premissa principal é que a ênfase em “esperar”, sexualmente e de outras formas, por um futuro cônjuge – uma visão que conseguimos com “Quem Ama, Espera” e outras campanhas – promove uma visão errônea de Deus. Essencialmente, esta visão te ensina que, se você esperar da maneira correta, Deus te recompensará com um cônjuge. Mas o que acontece quando Deus não cumpre Sua parte da barganha?
Há um monte de garotas que não sabe mais quem é Deus – o Deus dos seus anos de mocidade simplesmente não está funcionando. Naquela época, este Deus disse para esperar pelo sexo após o casamento, até que Ele traga o homem certo como marido. Elas assinaram um cartão, colocaram no altar e prometeram esperar…
Algumas delas vêm orando a vida inteira por um marido, e ele não apareceu. Elas ouviram o conselho de “ser a mulher que Deus te fez ser, focar isso e, então, o marido virá”. Elas leram “À Espera do Amado”, tornaram-se super-envolvidas com a igreja aperfeiçoaram suas habilidades domésticas.
E, ainda assim, elas esperam.
Esta fui eu. E eu conheço muitas mulheres cristãs solteiras (e homens) que se encontram nessa situação neste momento. Eles fizeram tudo “certo”, mas continuam solteiros enquanto desejam casar-se. Eles podem até achar que querem tanto casar-se que é isso que os mantém solteiros.
“Você está certo, Deus”, eles dizem. Não estamos satisfeitos em ti, ainda. Te colocaremos em primeiro lugar e, então, tu trarás um marido em teu tempo”. Mas muitos deles – se forem honestos – vão te dizer que o tempo está passando, e está destruindo sua visão de Deus. Se é assim que Deus é, então Ele está tragicamente atrasado.
Tragicamente atrasado.Essa pequena expressão ressoou dentro de mim. Permanecer solteiro depois (ou muito depois) da idade normal do casamento pode ser trágico. E, se nós acreditarmos que o tempo de Deus está desajustado ou que Ele está propositalmente escondendo algo bom de nós, isso nos levará a questionar ou Sua soberania ou Sua bondade. Qualquer cenário leva a uma visão distorcida de Deus e dos Seus propósitos para Seus filhos. Toda essa ênfase em esperar por algo que certamente Deus nos dará e trocar obediência por verdadeiro amor pode apresentar uma imagem falsa de quem Ele é e o que Ele nos oferece. Cristo é a fonte de tudo o que precisamos e o doador de toda boa dádiva… porém, ao falar dEle às pessoas, é possível que tenhamos lhe apresentado como uma solução para os problemas da vida… e não da própria vida. Essa é uma distinção importante. A autora prossegue dizendo:
E se eu tivesse aprendido que não é ruim orar por um marido, mas que minha maior oração deveria ser por Ele, para usar minha vida como Ele escolheu para Sua glória?
Essa é a pergunta certa. O propósito da minha vida, quer solteiro ou casado, é glorificar a Deus. E, quando pedimos para “usar minha vida como Ele escolheu”, Ele nunca estará “tragicamente atrasado”. A boa notícia é que minha maior necessidade – vida abundante em Cristo – está disponível para mim a despeito do que não aconteceu ainda. Isto é libertador; ao invés de esperar frustrada por como eu acho que minha vida deveria ser, eu posso aceitar o plano perfeito de Deus para hoje.

Por Suzanne Hadley Gosselin

domingo, 21 de julho de 2013

JOVENS COCA COLA

Pegando uma carona no tema de uma das campanhas publicitárias da “Coca-coca: Emoção pra valer”, quero falar sobre motivação. Existem jovens que são realmente assim: “Emoção pra valer”. Tudo quanto é festinha da igreja, acampamentos, retiros lá estão eles na área. Não perdem o ‘agito’ gospel da galera. É hábito sentar no último banco da igreja e esperar os amigos para que todos sentem juntos. Na hora do mover espiritual, alguns ficam de olhos abertos, observando ou rindo de quem está sentindo a presença de Deus. Outros até ensaiam uns “Glória a Deus!” e “Aleluias!” bem alto. Mas, na verdade, não estão sentindo nada, fingem uma espiritualidade que não existe, são simplesmente “emoção pra valer”. É importante que o jovem saiba distinguir se ele é somente um crente de momentos, um crente de emoções passageiras e nada mais, ou se ele verdadeiramente tem em seu coração a motivação certa: Jesus. Jovens de emoções vãs não dão frutos sadios, ao contrário, dão frutos ‘podres’, pois contaminam e, infelizmente, influenciam outros jovens a entrarem na mesma ‘onda’. Estes jovens passam anos na igreja vivendo numa mesmice total. Em certo momento, começam a reclamar dos cultos, das pregações, põem defeito em tudo e em todos, ameaçam o pastor dizendo que vão sair da igreja, mas não sabem observar que suas motivações estão centradas em emoções efêmeras, ou seja, não tiveram uma conversão genuína, e ainda estão enraizados aos prazeres do mundo. Enquanto jovens que buscam uma vida motivada pela presença de Deus, dão frutos permanentes, não são impulsionados a viverem simplesmente por momentos de emoções ou “ôba, ôba”. Eles querem sempre mais de Deus, e buscam impactar a sua geração. A Bíblia diz que “a estultícia do homem perverte o seu caminho, e o seu coração se irrita contra o Senhor” (Pr. 19.3.) As palavras do sábio Salomão dizem muito, pois vários jovens são insensatos, desviam-se dos caminhos do Senhor e depois voltam irritados contra Deus, culpando-o de tudo de ruim que acontece com eles. A essência da vida de um jovem cristão não está somente em “emoções pra valer”, emoções estas que são passageiras e muitas vezes deixam cicatrizes. A essência da vida de um jovem cristão está em viver uma vida abundante em Deus. Uma vida na qual cada momento é vivido intensamente na presença do Pai.

Por Ana Paula Costa
Igreja Batista da Lagoinha-BH

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A COCEIRA CHEGOU E OS JOVENS QUEREM NAMORAR!

Namorar é uma  grande necessidade das pessoas, sobretudo das mais jovens. A verdade é que toda pessoa solteira quer namorar. Não há nenhum problema nisso! Ao contrário, esse desejo é saudável e legítimo. Revela saúde emocional e relacional. Nos últimos tempos tenho ficado muito assustado e preocupado com a postura da grande maioria dos jovens que tenho encontrado. O que tem me tem preocupado não é o desejo natural de se estabelecer um relacionamento sério com alguém do sexo oposto, mas a coceira que vejo grassar no meio deles. Parece que há uma espécie de coceira daquelas mais agudas no meio da moçada. Essa tal coceira os perturba tanto que eles excedem o desejo natural de namorar e se relacionar com alguém, para a simples e banal vontade aficionada de beijar e se relacionar sexualmente. Essa coceira não respeita o bom senso, a moralidade e a lógica; ela é instintiva e irracional. Vejo garotas interessantes que foram traídas e re-traídas pelos ex-conjuges, dando-lhes mais um voto de confiança, que na verdade seria melhor especificado como mais uma carta branca para serem traídas novamente. Presencio meninas que iniciam namoros com  sujeitos que elas mal conhecem e nem se dão ao trabalho de sondar-lhe o passado para ver se consta algo comprometedor. Outros namoram o primeiro ou a primeira que aparecer, desde que tenha um rostinho bonito. Os jovens estão com a coceira e isso me preocupa! A coceira é uma carência extremada aliada a um senso de animalidade que diz que temos desejos e instintos que precisam ser rapidamente saciados. Creio que a coceira é a razão pela qual os novos casamentos não estão passando de um ano. A moçada namora por namorar, casa sem saber a real razão de se casar e separa sem saber o porquê se separou. Tudo diz respeito a coceira que vitimiza os jovens e adolescentes. Os efeitos colaterais desse comportamento são os mais nocivos possíveis. Me entristece muito ver isso acontecendo com muitos jovens. O único antídoto para a cura da coceira é o desenvolvimento de um relacionamento íntimo e profundo com a pessoa de Jesus Cristo. Jovens que se relacionam profundamente com Jesus são livres da coceira. Portanto, se você está com a coceira, corra para os braços de Jesus. Ele pode te curar disso e te livrar de um futuro desastroso. Agradeço a Deus, pois sempre que a coceira tentava me dominar, eu ia até Jesus e me lançava em seus braços. Ele me curava... Fuja da coceira! Siga o Cristo crucificado.

terça-feira, 16 de julho de 2013

ESSE FOI O MEU VALE. QUAL É O SEU?


Abaixo vai o testemunho do Douglas Mendes, o Douglão, como é conhecido por muitos!


Olá, meu nome é Douglas Mendes, sou filho único de pais amorosos. Passei por um vale sombrio e graças a Deus estou aqui. Sempre tive meu pai como herói, um homem que eu admirava. Vi meus pais se divorciarem (após 25 anos de casados). Diante disso procurei sempre me manter neutro. Mas de certa forma meu pai achou que eu era culpado pelo divórcio. Foi ai que começou o vale. Discussões infinitas, traição, implicâncias, ofensas, agressões a minha mãe, à minha ex-namorada e a mim também. Tudo isso sempre regado ao alcoolismo cada vez mais frequente.  O que acontecia só nos fins de semana tornou-se diário. Era muito difícil ver meu pai (meu “herói”) se diluindo em álcool.  Eu via minha mãe exausta de tanto chorar com toda aquela humilhação.  Foi quando um dia o vale ficou ainda mais escuro. Minha mãe não havia chegado do trabalho eu me encontrava em meu quarto, pois evitava transitar em casa quando meu pai estava presente. Ele arrombou a porta do meu quarto com um chute, e se dirigiu em minha direção com ofensas. Conseguindo me desviar dele tentei sair de casa. Para evitar o pior, mas num surto de exaustão com toda a situação, eu me deixei levar pelas brigas diárias pelas palavras de ofensa à minha mãe que eram constantes, e acabamos nos agredindo! Pai contra filho, filho contra pai. Não houve vencedor, pois os dois perderam. Ali acabou um relacionamento. Eu nunca mais pisei naquela casa, pois ele havia me ameaçado de morte e estava andando sempre com uma faca.  Tive que viver com a dor de ter desrespeitado meu pai (herói, amigo, companheiro). Um remorso, uma culpa que por muitas vezes me fez chorar, e me sentir o pior ser humano da terra. Ficamos dois anos sem nos falar ou estar no mesmo ambiente. Eu sempre pedia a Deus para que ele nunca precisasse de mim, pois eu não queria mais vê-lo. Mas um dia Deus nos colocou frente a frente e refizemos as pazes, com um longo abraço e pedidos de desculpas, tudo regado a muitas lágrimas... Mas ainda existia a dor, magoa de todo o ocorrido e foi quando Deus começou o tratamento milagroso (que só ele é capaz de fazer) em mim. Estreitamos nossa relação novamente. Mas de tanto beber meu pai desenvolveu cirrose e outras doenças. Entrei em desespero, pois de alguma forma me sentia responsável. Infelizmente, tudo tem consequências.  Meu pai veio a falecer. Um mês antes encontrei com ele e tivemos uma conversa que até hoje ecoa em meu coração. Ele estava feliz com um sorriso fácil na face. Não foi fácil, mas a graça de Deus me tirou a dor de todo o mal entendido entre nos dois. Aquele vale escuro acabou. Pela graça de Deus, entendi que os momentos difíceis veem não apenas para amadurecer a nossa fé, mas também para nos ensinar algo profundo em nossos relacionamentos. Este foi o meu vale, qual é o seu? Deus cuida de você. Pois "Ainda que eu ande por um vale de sombras e de morte não temerei mal algum, pois a tua vara e o teu cajado me consolam" (Salmo 23.4)

O Evangelho é suficiente para você de forma que você fale sobre ele?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

FALAI DE DEUS COM CLAREZA

Falai de Deus com a clareza
da verdade e da certeza:
com um poder

de corpo e alma que não possa
ninguém, à passagem vossa,
não o entender.

Falai de Deus brandamente,
que o mundo se pôs dolente,
tão sem leis.

Falai de Deus com doçura,
que é difícil ser criatura:
bem o sabeis.

Falai de Deus de tal modo
que por Ele o mundo todo
tenha amor

à vida e à morte, e, de vê-Lo,
o escolha como modelo superior.

Com voz, pensamentos e atos
representai tão exatos
os reinos seus,

que todos vão livremente
para esse encontro excelente.
Falai de Deus.

Poema de Cecilia Meireles.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

OS NAMORGADOS

Os namorados ainda têm dia? Ou este é o dia dos ficantes? O namoro, conforme o conhecemos, é um acontecimento recente e moderno. Até há menos de um século ninguém namorava como hoje se namora. O que hoje chamamos namoro, antes do tempo acima anunciado, era visto como fornicação, que era aquilo que em Roma acontecia sob o fórnice; ou curvatura de um arco, como nas pontes; lugar no qual, em geral, era possível fazer sexo em pé, com uma mulher, paga ou não. Fórnice. Sexo de rua. Sexo casual. Sexo do tesão súbito. Sexo ambulante. Sexo ficado...  Isso era fornicar; ou ficar sob o fórnice num ato sexual. Daí vem a palavra fornicação. Namorar, hoje, está mais pra fornicar no sentido etimológico do termo (ou seja: uma estada sem muita posição, como quem está sob a coluna e não à porta de casa ou mesmo na cama) — do que para aquilo que significa amorar; ou seja: o ato de amar alguém e expressar carinho ao objeto do amor de modo contínuo e comprometido. Por isso é que namoro é um estado de espírito e não uma estação do relacionamento, antes do compromisso do casamento. De fato, o verdadeiro namoro deveria ser o estado do casamento; e não um período anterior ao casamento. Casar namorando, namorar casando, casar-namorado, namorar-casado — equivale ao que Paulo disse: “Os casados sejam como se não fossem”. Está cada vez mais difícil um homem sério encontrar uma mulher sem longa experiência sob o fórnice.  Ficar é estar no fórnice. Claro que no fórnice nem todos trepam no arco por inteiro. Mas é o espírito do fórnice que prevalece na ficada. Hoje há meninos que ficam com 40 meninas numa noitada; e há meninas que ficam com 20 meninos no mesmo lugar e período. Ninguém sabe o nome de ninguém... É um corpo. É uma boca. É um par de peitos. De cochas. É uma fêmea. É um macho. É um número. É um holograma de carne. Isso quando é só uma esfregadinha e uma chupada no fórnice... De fato, vejo o que está acontecendo não com olhar moralista, que não possuo; mas sim com o olhar de quem vê os estragos para o espírito, para a saúde da alma, para o equilíbrio do ser.    As ficadas de hoje equivalem, em tempo fragmentado (conforme a época), aos namoros de ontem (ontem; digo: de até 15 anos atrás). Os namoros de hoje, na sua maioria, seriam vistos como pequenos casamentos; casamentos curtos e infelizes; ou amasiamentos levianos. E os casamentos de hoje seriam enxergados pelos que no passado se sentiam casados e com uma família a cuidar para sempre, como sendo apenas casos inconseqüentes. Isto dito; assim falo: para os que ainda namoram com amor e com carinho, com amizade e desejo, com cuidado e esperança, com apego ao hoje e vontade de que haja muitos amanhãs, quem sabe para sempre — desejo um feliz dia dos namorados.


 Nele, em quem sei que falo o espírito do Evangelho,




Por Caio Fábio



quarta-feira, 10 de julho de 2013

PELADINHOS DE INOCÊNCIA...

Aqui jaz um desabafo de um cara que está de “saco cheio" de tanta hipocrisia e moralismo de pessoas que se dizem religiosas! Não aguento mais as pessoas “encasquetarem" com a minha forma particular de comunicar e expor as verdades bíblicas para os jovens. Certa vez fui chamado de imoral por um jovem visitante do local no qual eu proferia um discurso bíblico, por ter mencionado de forma espirituosa que Sansão (uma personagem da Bíblia), havia dado um “pega" numa prostituta. Eu havia dito "pega numa prostituta" ao invés de "havia se relacionado sexualmente com uma prostituta". Por isto fui julgado. Mas  eu pergunto:"Haveria feito ele outra coisa? Tipo, amor com a prostituta?" Obviamente que não! Mas o moralismo incrustado na mente da maioria das pessoas pisca uma luzinha quando ouve tal verdade dita da forma como foi dita! Está na hora de tirarmos a roupa do moralismo e ficarmos “peladinhos" de inocência e pureza. Quais são as suas reações quando se depara com uma comunicação que foge do convencional? Você se ofende por uma palavra proferida com a intenção de ser uma ponte para a comunicação de uma mensagem? Fuja do moralismo! Siga o Cristo crucificado.

Andre Valadao CLIPE ATE QUANDO


Até quando você continuará nessa sua indecisão?  Procurando no pecado sua realização?

UM MÊS PARA VIVER

O que você faria se tivesse apenas um mês de vida? Kerry e Chris Shook, através do livro “Um mês para viver", nos leva a reavaliar a nossa trajetória de vida. Best-seller do New York Times, “Um mês para viver" é um livro de fácil leitura e com uma mensagem impactante! Você pode adquirir o livro pelo seguinte link: 

http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10654

terça-feira, 9 de julho de 2013

O QUE VOCÊ FARIA SE TIVESSE APENAS 1 MÊS DE VIDA?

O que você faria se descobrisse que têm apenas 1 mês de vida? Quais seriam as suas atitudes? Reações? Esta é uma pergunta que quando recebida e analisada de uma perspectiva de urgência, nos leva a algum tipo de mudança. Creio que se tivessemos apenas 1 mês de vida, não hesitaríamos em fazer as mudanças necessárias em nossas vidas. Com certeza, a primeira atitude que tomaríamos, seria a de viver intensamente. Ouvi uma frase que diz “A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que tiram nosso fôlego". A vida precisa ser vivida de forma intensa, como se cada respiração fosse a última. Procure viver esses próximos 30 dias como se fossem os últimos de sua vida. Se você decidir viver os seus dias como se fossem os últimos, penso que muitas coisas boas irão acontecer em você e através de você. Siga o Cristo crucificado!

JESUS CULTURE: NOVO CD

Há um bom tempo, eu ganhei  de presente o CD/DVD “Consumed" (2012) da banda “Jesus Culture". Pra quem não conhece, “Jesus Culture" é uma banda jovem da igreja Bethel na Califórnia. Fazia um bom tempo que eu não ouvia um CD com músicas tão marcantes como “Consumed". Indico a todos o presente trabalho da banda “Jesus Culture". Você pode tirar uma palhinha pelo seguinte link:   http://som13.com.br/jesus-culture/albums/consumed

INTERVENÇÃO RIO // O QUE É AMOR PARA VOCÊ?

O que é amor pra você? Veja o que as crianças pensam sobre o amor...

domingo, 7 de julho de 2013

TESTEMUNHO RODOLFO ABRANTES


Curta o testemunho de transformação de vida de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda de rock "Raimundos".

quinta-feira, 4 de julho de 2013

GRANDES QUESTÕES

  Você põe um ponto de interrogação onde Deus pôs um ponto final?
  1.   Você enfrenta problemas maiores do que você?
      Você deixa os outros melhores do que quando os encontrou?
      A sua palavra favorita é “eu”?
      Com que frequência em suas orações você indaga: “Senhor, o que posso fazer por ti agora?”
      Você crê em suas dúvidas e duvida de suas crenças?
      De que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Jesus)
      O que aconteceria caso você mudasse o seu discurso sobre o seu maior problema? E sobre as suas maiores oportunidades?
      Você está se tornando comum?
      As pessoas dirão isto a seu respeito: “Ele não fez nada de especial e era muito bom nisso?”
      Quanto Deus possui de você?
      Existe uma distância muito grande entre o que você diz e o que você faz?
      Se você tentar ser como ele (ou ela), quem será como você?
      Você desiste de controlara sua vida em nome de algo que não seja a sua fé?
      Que tipo de mundo seria este se todos fossem exatamente como você?
      Se você não começar a agir agora, o que isto lhe custará no fim das contas?
      Você é um dos que dizem: “Minha decisão é talvez- e ponto final!?”
      Você está fazendo poeira ou está comendo poeira? (Bill Grant)
      Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? (Jesus)
      Você conta as suas bênçãos ou pensa que as suas bênçãos não contam?
      Você está precisando de um bom e rápido chega pra lá em seus “não posso”?
      Você é conhecido por não cumprir as suas promessas?
      O menino que você já foi um dia ficaria orgulhoso do homem em que se transformou?
      Você já está decepcionado com o futuro?
      Com que frequência você pergunta a Deus: “O que o Senhor planeja fazer hoje? Posso participar disso?”

quarta-feira, 3 de julho de 2013

"O Legado de um Maltrapilho by Brennan Manning" Legendado

IMPACTO GLOBAL

Hoje acordei com uma palavra na na cabeça. A palavra é: impacto! O meu coração está comprometido com uma mudança. Um impacto de alcance mundial! Sei que para muitos parecerá utopia, mas eu quero contribuir e lutar para mudar o nosso mundo, me envolvendo com as grandes questões globais. Desejo mudá-las através dos valores do Reino de Deus. Já me coloquei nas mãos de Deus; decidi ser o melhor aluno que eu posso ser e tomei a decisão de todos os dias abrir a minha Bíblia juntamente com o meu jornal, para saber como orar e agir. Estou me planejando para os meus próximos 10 anos. Penso na África. Num país do leste africano chamado Eritréia. Anseio causar um impacto naquela nação, mas antes que este tempo chegue, quero me envolver com as grandes questões que afetam a minha realidade. Tomei a decisão de apadrinhar uma criança de um bairro carente, provendo-lhe amor, atenção e satisfação à algumas de suas necessidades básicas. Pare de olhar para o seu próprio umbigo: envolva-se com as grandes questões que afetam o planeta! Freaks, Dolfo

O DELÍRIO DE DAWKINS

Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de Deus,um delírio, tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna McGrath, em O delirio de Dawkins. Alister, outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Admirador da obra de Dawkins, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida. Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos - fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado - que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão.
 
"Alister McGrath(Universidade de Oxford) analisa as conclusões do livro Deus, um delírio e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista."
Francis Collins, Diretor do Projeto Genoma

"Os autores de O delirio de Dawkins atacam o flanco do fundamentalismo ateísta de Dawkins e conseguem afastá-lo do campo de batalha."
Publishers Weekly


Você pode comprar a presente obra pelo seguinte link:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3220812

terça-feira, 2 de julho de 2013

MULHER MULA OU MALU MULHER?

Há algum tempo, li um artigo do pastor Caio Fábio que me ajudou muito a entender o porquê das mulheres de hoje em dia, agirem como costumam agir. Abaixo vai o texto na integra:
Por que as mulheres agüentam tanta loucura de homem?...Por que mulheres boas, lindas, inteligentes, independentes, solteiras ou livres caso desejem, apesar disso, adotam um homem, um sacana, um aproveitador, um escorão, um progenitor que além de sêmen nada tem..., um macho somente reconhecível pela existência do pênis..., um bobão que só fala de futebol, ou da cerveja como assunto..., ou do carro como troféu..., ou do trabalho como sentido da vida..., ou do salário como validador do sucesso..., ou de livros como se fossem concorrentes..., ou de reflexão como "coisa de mulherzinha"...?... Sim, por quê?... E pior:.Por que as mulheres em geral se apaixonam justamente pelos homens que fazem sofrer?... Noto cada vez mais que o padrão de paixão feminino mudou... Agora as paixões olham perfis e a capacidade do cara se vender conforme o mito da expectativa feminina... As mulheres estão se apaixonando cada vez mais por homens atores... E mais:... Quanto mais surtado, mais ciumento, mais capaz de rodar a baiana..., mais capaz de bater de paixão, de espancar por “amor”, de babar de raiva, de fazer sexo como quem agride de desejo, como quem diz "Ou você é minha ou não será de mais ninguém"... — mais desejado o maluco será; e mais louca como uma égua no cio tal mulher escrava da loucura como amor se tornará... Para esse tipo de mulher... homem bom é homem arriscado... é homem impossível... é homem proibido... é homem moleque e leviano... E mais:... A doença dos perfis também cria outro subproduto... Sim, o produto é uma expectativa inatingível... Sim, por razões que somente a ela cabem saber..., a mulher prefere a impossibilidade gostosa à verdade disponível... No entanto, como ela não se aprecia, ela inventa um perfil, o qual falsifica a aparência física dela, embora capriche nas descrições de quem seja a pessoa; ou seja: de quem a mulher quer ser, embora ela não seja... Assim, como ela agora está linda no perfil, julga que o perfil lhe trará um homem lindo... Então, em algum chat da vida, ela encontra alguém... Assim, inicia-se uma câmara de mentira e fantasia... Até que o cara venha e veja... Ora, já que ele fez a viagem, ele come... Come e vai... Limpa a boca e não aparece mais... E assim vão as mulheres... Outro perfil... Quem sabe outro cara... Além disso, há os casos presenciais... Entretanto, o mesmo fenômeno está presente... Sim, quase todas as mulheres querem um homem de novela... Ora, os homens de novela são uma novela... Não dará certo, mas ela será comida mais uma vez... Então a mulher se frustra de novo... Muitas falam comigo... Digo que elas têm expectativas fantasiosas... Informo sobre a existência de homens legais e bons... Mas as mulheres não se interessam... Dizem que falta charme... Falta "pegada"... Falta loucura agressiva na cama... Falta cara de homem de novela... Apresento gente boa... Mas gente boa não serve... Parece que as mulheres preferem cada vez um bom risco de desgraça do que uma boa chance de sucesso relacional... Para cada 10 cartas de mulheres que recebo reportando problemas afetivos ou relacionais, saiba: sete a cartas nada mais me dizem além do fato que a mulher escolheu como quis e porque quis, e, depois, diz ter se surpreendido com o óbvio... Encontrou o cara no adultério, e quer fidelidade; encontrou o cara na paquera leviana, e depois quer sobriedade; encontrou o cara na casualidade, depois quer  compromisso e sentido; encontrou o homem como se fora um menino, e, depois, quer que o homem vire um sábio... Encontram alguém, e para encontrarem-se têm que mentir, mas depois de um tempo a mulher me escreve dizendo que não entende como seu companheiro mente e engana tanto... No passado as mulheres eram mais realistas, apesar de todas as limitações sociais e econômicas que condicionavam as suas vidas frequentemente ao que não desejavam como casamento... Mas o senso de realidade era tão maior, que, apesar disso, muitas mulheres com tais limitações ainda encontravam vínculos muito melhores... E por quê?... Ora, é porque não havia fantasia... Hoje as mulheres buscam fantasia, não relacionamentos... E pior: ficará ainda bem pior!... Mas que me espanta, creia, me espanta... Sim, assusta ver como a preferência é pela possibilidade da tragédia, desde que o cara tenha qualquer charme novelesco... E depois ainda tem gente que me escreve e me pergunta: “Caio, onde estava Deus que me deixou amar esse maluco?” Ora, minha resposta é uma só... “Deus estava sendo Deus, deixando você ser você no exercício da sua loucura!’... Cometa a sua loucura... Ela é sua... Mas tenha a dignidade de dizer: “Eu gosto de apanhar... Adoro o risco de uma safadeza... Não temo ser usada e descartada... Valerá a pena, mesmo que seja apenas umas transadas sem significado...” Melhor essa honestidade do que colocar fogo nos seios e ficar escandalizado com o fato de que as vestes se incendiaram... O que não dá é para semear espinhos e ficar com raiva da vida quando somente nascerem espinhos e não uvas!... Quer morrer de apanhar?... Quer ser usada e esgarçada para além do que sua alma agüente arreganhar-se?... Quer gozar como quem come a última refeição?... É problema seu!... O que você não pode é perguntar: “Deus! Por quê?” A menos que você queira que Deus diga: “Se enxergue sua mula!”... Pense nisso...; e não reclame mais; ou, se reclamar, melhor será se esbofetear até se auto-nocautear!...
Caio
22 de setembro de 2009
Lago Norte
Brasília


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