quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

SÉRIE: "A VIDA MACHUCA, DEUS CURA"

Admita, algumas vezes a vida machuca e somos aprisionados por hábitos difíceis de serem abandonados. Se você está lidando com a dor (e quem não está?), incluindo vicíos, distúrbios alimentares, abuso, pornografia, drogas, bebidas, separação, traição e etc., então A VIDA MACHUCA, DEUS CURA, é para VOCÊ! A série é um programa especial de 8 passos, tais como os 12 passos dos Alcoólicos Anônimos,  e basea-se  nas bem-aventuranças de JESUS. A VIDA MACHUCA, DEUS CURA, terá estréia no  dia 03 de março e será realizada aos sábados na IGREJA BATISTA BETESDA, com inicío sempre as 19h30. Participe e deixe DEUS curar o seu coração! Siga o Cristo crucificado!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

SAIA DA ESPIRIATOSFERA!

Umas das coisas que menos suporto na vida, são pessoas super-espirituais. Pessoas super-espirituais, são aquelas pessoas que tentam passar um “ar” de espiritualidade que não condiz com a realidade. Você conhece alguém assim? Bom, eu conheço muitas figuras como essas. Normalmente essas pessoas ficam contando suas experiências espirituais exagerando-as ao máximo. Para essas pessoas, a fronteira entre sagrado e profano ainda não foi rompida. Se você estiver diante de alguém assim e disser que gosta de ouvir "Guns N' Roses" ou que gosta de jogar “sinuca”, você será desprezado sutilmente através de um olhar atravessado. Estar diante desse tipo de gente é desagradável. Eu particularmente não consigo me conectar numa conversa se estou perto de um super-espiritual. Super-espirituais “espiritualóides” não ajudam em nada. Na verdade eles só atrapalham. Falam de uma espiritualidade que não vivem. A igreja está cheia deles. É fácil você encontrá-los lá. Eles estão sempre em busca de um novo pecado cometido, em vistas de subjugar e humilhar o pecador. A linguagem deles é regada de clichês e chavões “gospeis”. Para eles, o culto tem de ser uma benção; não pode ser “da hora”.  Você pode se tornar um "varão" de Deus, mas nunca um “cara” de Deus. Oração, é só aquela feita de joelhos e com os olhos fechados; sentado e com os olhos abertos, jamais. O problema desses irmãos “espiritualóides” é que eles não vivem na Estratosfera. Eles vivem na evangélica “Espiriatosfera” (a esfera onde tudo é arregimentado para o sagrado em detrimento do profano). Irmãos super-espirituais, Jesus Cristo rompeu a fronteira entre o sagrado e profano, de modo que tudo hoje é sagrado! Vocês não precisam encher de religião morta aquilo que se tornou sagrado para Deus. Tudo é espiritual! Tudo é sagrado! Saiam da “Espiriatosfera” e caiam na real. O mundo é mundo. Pecado não é estar no mundo mas, sim ter o mundo no coração. Sejam felizes, sorriam mais. Aprendam a apreciar o que há de bom na humanidade e em suas produções. Deixem a carranca de lado e assumam uma postura de alegria e excitação pela vida. Lembrem-se do que o discípulo João disse a respeito de Jesus: “Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens” (Jo.1.3). Viva na esfera onde a vida é a fonte reguladora de toda ação e experiência. Siga o Cristo crucificado!

TROCAMOS O CÉU POR UM "I POD"?

É impossível falar de verdadeira fé cristã sem se falar na existência do céu. A ênfase das páginas do Novo Testamento,é a vida eterna; o paraíso; a nova Jerusalém. A crença na existência do céu é o que tem capacitado milhões e milhões de cristãos no decorrer da história, a sofrerem em nome de Cristo.  Os nossos antepassados cristãos não só acreditavam no céu como também o aspiravam. Para se ter uma idéia de como o céu estava presente na liturgia dos antigos cristãos, folheie os antigos hinários cristãos. Noventa por cento dos hinos de antigamente, tinham o céu como enredo. Os tempos passaram e as ênfases mudaram nos círculos cristãos. Hoje valoriza-se muito o domínio terreno. Até os anos de 1990 era comum ver automóveis com adesivos contendo a frase “ Maranata” (Vem, Senhor). Já nos nossos dias a fraseologia é outra. O que está em pauta é que “O Brasil pertence ao Senhor Jesus”. Queremos dominar, imperar, comandar, triunfar... Não queremos mais o céu. Trocamos o céu pelo o carro do ano, pela TV de plasma, pelo “I Pod” e por tantas outras produções humanas que acalentam transitoriamente o nosso anseio sobrenatural pela eternidade. Não pensamos mais no céu, mas inconcientemente o desejamos como nunca antes. Essa é a tampa do quebra-cabeça das desilusões humanas: a busca desenfreada e inconsciente pelo céu. Nas madrugadas frias de São Paulo, pode-se encontrar pessoas procurando o céu em cachimbos de crack e em restaurantes caros. A busca pelo céu está em todos os lugares. Está nos jovens que vão todos os finais de semana na balada. Está no religioso que observa critérios legalistas todos os domingos numa igreja evangélica, no marido que trai a esposa. O anseio pelo céu está nas artes, nos esportes, no amor e  em tudo o que é humanamente belo. Precisamos voltar as raízes cristãs e desejar o céu conscientemente. Deus colocou o céu em nossos corações como está escrito em Eclesiastes (3.11). A nossa vivência cotidiana, é uma vivência a procura do céu. Como disse Leonardo da Vinci: “Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para o céu, pois lá você esteve e para lá você desejará voltar”.  O céu é uma realidade espiritual. Deseje-o com uma consciência sadia. Siga o Cristo crucificado!
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