quarta-feira, 8 de agosto de 2012

TENTAÇÃO: BICHO DE 7 CABEÇAS?

Se há uma coisa chata e terrível com a qual todos os dias temos que lidar em nossa caminhada cristã, essa coisa chama-se tentação. Ser tentado é desconfortável e gera uma dor excruciante, pois sempre quando somos tentados, chegamos a um ponto de tensão. Ou decidimos ceder a tentação e experimentar um misto de prazer e culpa ou então negamos a tentação e experimentamos dor e satisfação. Toda tentação na verdade é um teste. Um teste que vem de dentro de nós mesmos. A Bíblia diz na carta de Tiago, irmão de Jesus, que quando formos tentados não devemos culpar a Deus, pois Deus a ninguém tenta e não pode ser tentado pelo Mal. Tiago também nos diz que a tentação é de origem humana, porque vem de nosso próprio mal desejo que nos arrasta e nos seduz, levando-nos a cometer o pecado que sempre traz morte. Por essa razão é difícil lutar contra ela. Em todo processo de tentação há a atuação de alguns agentes externos. Deus, o diabo, a carne e o mundo sempre atuam nesse processo. Deus age sondando os nossos corações sem interferências, sempre respeitando a nossa escolha. O diabo age interferindo, soprando argumentos convincentes em nossa mente, como uma moça que fica tagarelando ao ouvido de seu namorado quando deseja alguma coisa. A carne, o nosso próprio mau desejo, é o que a Bíblia chama de a própria inimizade contra Deus. O mundo são as coisas externas que nos cercam e que potencializam o apetite desse mau desejo. Como disse C.S Lewis, o autor de “As crônicas de Nárnia”: “ Não existe campo neutro no Universo. Cada polegada, cada milésimo de segundo é reivindicado por Deus e por Satanás”. A tentação nos dá sempre a chance de dizermos sim para Deus e não para o diabo ou então o contrário. Através da minha caminhada com Deus, entendo a tentação como algo que forja um ser maduro em Deus. Quando passamos por tentações e as negamos, adquirimos um pouco mais de maturidade espiritual. Não é fácil resistir a qualquer tipo de tentação. Há fases na minha vida em que eu experimento muitas tentações e há outras em que parece que elas desapareceram. Creio que com você é assim também. Há momentos em que somos incessantemente atacados pelos nossos próprios maus desejos. É como se estivéssemos encurralados numa parede e houvesse um monte de gente jogando pedras em nossa direção. Jesus Cristo nos deu uma grande receita para resistirmos as tentações. Ele disse que devemos vigiar e orar para não cairmos em tentação. Esse é o grande segredo para resistir as tentações. Precisamos vigiar antes de tudo. Vigiar a nossa conduta, as insinuações do mundo (p. ex. mulheres ou homens se exibindo para você), os nossos constantes pensamentos, e os nossos pontos fracos. E, então após isso, temos de orar a Deus. Falar abertamente com ele sobre a nossa conduta, sobre as insinuações projetadas sobre nós, sobre os nossos pensamentos, pontos fracos e assim por diante. Essa é a única forma de lidar com as tentações. Se você esta sendo tentado e esta a ponto de ceder a esse desejo, lembre-se que resistir nos faz amadurecer em Deus. Lembre-se também, que Deus sempre nos dá um escape para qualquer tentação. Enxergue toda tentação como uma batalha espiritual em relação a sua vida. Deus é como aquele pai que vê e deixa seu filho abrir a geladeira que está cheia de doces e guloseimas, mas que espera que seu filho não se empanturre com esses alimentos. O diabo é como um surfista que pega a onda dos maus desejos de seu coração. E você é aquele que pode ser vitima ou algoz desse processo chamado tentação. Decida: ceder a tentação e dar um ponto ao diabo ou negar a tentação e adquirir maturidade em Deus. Siga ao Cristo crucificado!

A MACONHA NO BANCO DOS RÉUS

No dia 15 de junho de 2011, a grande mídia noticiou a decisão do Supremo Tribunal Federal em liberar as marchas a favor da descriminalização do uso da maconha. Esse ato, segundo alguns cientistas sociais e militantes do movimento pró-legalização da maconha, foi o primeiro passo em direção a legalização da livre comercialização da maconha em nosso país. A legalização da cannabis tem sido alvo de debates a muitos anos no Brasil. A grande maioria dos políticos e intelectuais de nossa nação são favoráveis a aprovação de leis que visem a legalização do uso da maconha. Segundo os defensores dessa posição a venda e consumo da maconha não devem incorrer em crime. O debate sobre a legalização do uso da maconha ganhou força, quando o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, se pronunciou favorável a descriminalização da erva. Após essa atitude de Fernando Henrique Cardoso, muitos formadores de opinião que estavam “em cima do muro” começaram a se manifestar pró-legalização. O assunto foi tão longe, que acabou alcançando os nichos religiosos. A igreja Católica já se pronunciou contra a legalização. No meio evangélico alguns a defendem. Sob a ótica de tais líderes evangélicos, devemos nos render a novas alternativas sociais. Alguns desses líderes evangélicos, sustentam o discurso de que, como a maconha é uma substância natural, não pode causar graves danos aos seus usuários e que por isso, o seu uso deve ser aceito legalmente. Esses últimos se esquecem que substâncias como veneno de cobra e cicuta também são naturais. Ninguém, em sã consciência, beberia tais substâncias pelo fato de serem elas naturais. Quando me deparo com posições políticas como essas, me pergunto sobre o lado prático disso tudo. Idealísticamente, até entendo que a legalização do uso das drogas, sobretudo da maconha, seria a melhor alternativa para a nossa sociedade. Reduziria a marginalidade e consequentemente descongestionaria o sistema penitenciário. Mas, se de fato isso acontecesse, como se tornaria a nossa sociedade? Quando penso em todas as implicações disto, me vem a mente um quadro de terror.  Imagine como ficariam as ruas de nossas cidades? Poderia você passear tranquilamente com sua esposa e filhos? E as relações familiares, melhorariam ou se tornariam mais doentias? Tente imaginar como seriam as festas e datas comemorativas. Quantas crianças e jovens seriam iniciadas ao implacável vício das drogas em datas como essas? O número de homicídios aumentaria ou diminuiria? As agressões físicas seriam uma constante? Os casos de estupro e pedofilia aumentariam? Não consigo imaginar uma sociedade em paz com a livre comercialização da maconha. Argumentos políticos convincentes, não promovem a verdadeira paz. Como a Polis lida com coisas referentes ao dia-a-dia, a legalização da maconha seria uma ação politicamente contraproducente.Sou contra a legalização da maconha, assim como de qualquer outra droga, por fortes convicções políticas e espirituais. Nenhuma substância alucinógena com efeitos viciantes pode prestar algum tipo de serviço à sociedade. Na verdade, substâncias assim, apenas causam celeuma na sociedade. Já vi pessoas fumarem maconha e ficarem tranqüilas, mas vi também, amigos meus acenderem um cigarrinho de maconha e nunca mais serem os mesmos. A proposta de legalização do livre uso e consumo da maconha precisa ser colocada no banco dos réus. A sociedade, e principalmente os formadores de opinião de nossa nação, precisam agir com imparcialidade, pesando na balança as implicações práticas da dessa proposta. Socialmente falando, legalizar a comercialização da maconha seria como dar um tiro no próprio pé. Sou contra a legalização da maconha, porque sou a favor da paz. O tradicional cachinbinho da paz não traz paz nenhuma. Sei, que se por um acaso, alguém do movimento pró-legalização ou alguma pessoa defensora da descriminalização, ler esse texto, me chamará de alienado e burro. Prefiro ser taxado disso, a ter de defender uma proposta sócio-política que se configura como desserviço a sociedade. Ser a favor da legalização da maconha é uma postura democrática e extremamente racional. Não me oponho as intenções políticas desse argumento. Ao contrário, me oponho, a aprovação de toda e qualquer lei que tenha uma ação social contraproducente, ou seja, que trabalhe contra a própria sociedade. Abaixo a legalização da maconha! Siga o Cristo Crucificado

SUPER-CRÍTICOS, TOMEM ESSA!

Há tempos que a igreja evangélica brasileira está corrompida. Isso não é novidade para ninguém, como bem o sabemos. Ver a igreja evangélica brasileira nesta situação me entristece, mas a postura de alguns irmãos em relação a essa mesma igreja, me entristece e me preocupa muito mais. Infelizmente a atitude de alguns irmãos evangélicos para com a igreja, tem sido de puro criticismo e arrogância espiritual. É comum presenciar situações onde pastores e modelos litúrgicos são ridicularizados sem nenhum pudor. Nas redes sociais da INTERNET, também encontramos esses críticos destilando o seu veneno de amargura contra a igreja. Na maioria das vezes essas criticas são feitas apenas com o desejo de desconstruir a igreja, sem um compromisso prático em reconstrui-la. Não sou a favor da censura aos críticos religiosos. Creio que a crítica construtiva é vital para o crescimento e amadurecimento de qualquer instituição humana. Também entendo que a igreja evangélica brasileira é uma das poucas instituições da sociedade que critica sem fazer  auto-crítica. Precisamos criticar e denunciar as injustiças que ocorrem no nosso meio, mas essa atitude deve ser precedida pelo o amor e pelo o compromisso com a igreja, que é o corpo vivo de Cristo aqui na terra. Eu sou cristão por causa da igreja. Amo a igreja, mesmo com toda corrupção que existe dentro dela. Me considero um “igrejeiro” de carteirinha. As melhores lembranças que tenho da minha infância e adolescência vieram da igreja. Foi na igreja que aprendi a falar em público. Foi nela que fiz os meus melhores amigos. Encontrei a minha namorada lá. As maiores frustrações que tive na vida, ocorreram na igreja. As maiores realizações também. Por isso quando vejo ou ouço alguma critica destrutiva sobre a igreja, a minha reação é de tristeza. Respeito aqueles que gritam contra a igreja, estando dentro dela. Aqueles que gritam contra a igreja estando fora dela, a meu ver são anarquistas espirituais. Criticam as atuais estruturas eclesiásticas sem propor alternativas melhores para substituí-las. A igreja não precisa de pessoas assim. Ela precisa de pessoas que a ame e que façam auto-critica, comprometidos com a ação. Chega de anarquistas espirituais travestidos de irmãozinhos- feridos- pela- a- igreja. Que o amor e a paixão pela noiva de Cristo sejam acesos mais uma vez em nossos corações.  Siga o Cristo crucificado!

FELIZ ANIVERSÁRIO PRA MIM!

Amanhã, eu completei 26 anos de idade. Fazer aniversário sempre é bom, pois pelo o menos em um dia específico nos tornamos o centro das atenções. Hoje, eu refleti muito sobre a minha vida e sobre o que eu posso oferecer para Deus. Cheguei a conclusão de que estou no caminho certo, fazendo o que Deus realmente quer que eu faça neste mundo. Não existe sensação melhor do que esta. Nas minhas reflexões deste dia, viajei na “batatinha total”. De repente me vi com 20 anos a mais. Comecei a imaginar as coisas que eu haverei de realizar, nas pessoas sobre as quais eu haverei de exercer um impacto positivo… Nesta viajem, meu coração encheu-se de alegria e de ânimo para continuar. O meu maior presente neste dia em que celebro o meu aniversário, são os amigos que fiz no decorrer da caminhada. Agradeço a Deus por ser um jovem verdadeiramente realizado e feliz! Siga o Cristo crucificado!
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