quinta-feira, 4 de outubro de 2012

NAMORO É DOCE?

Umas das minhas tarefas como líder de jovens de uma igreja local, é ouvir e aconselhar jovens. De todos os assuntos pelos os quais a maioria dos jovens me procuram nenhum supera o namoro. Alguns querem começar a namorar, outros querem terminar o namoro e outros não querem enfrentar as responsabilidades naturais de um namoro. Todas as vezes que saio de um encontro com alguns desses jovens, me pergunto se realmente eles sabem o que é namorar. Para a maioria dos jovens de hoje em dia, namorar é igual comer doce. Alguns namoros são mais açucarados, outros menos. Mas no final, todos são como a experiência de comer um doce: uma delícia que dura pouco.  Os namoros de hoje em dia não são como os de antigamente. Antigamente os namoros eram sérios. Os jovens faziam pactos de relacionamento e se preparavam para o casamento. A maioria dos namoros davam certo. Infelizmente, hoje em dia os jovens não entendem o propósito do namoro. Namoram somente quando querem dar um passo a frente em suas relações escondidas. Namoro, segundo o ponto de vista dessa geração, é uma forma contraditória de experimentar um compromisso sem responsabilidades. Eles querem namorar, mas sem ter de ligar e dar satisfação. Querem desfrutar do namoro sem ter de respeitar limites e regras. Esse tipo de namoro, como disse a pouco, é como a experiência de comer um bom doce que faz bem para o paladar, mas que acaba rápido. Namoro é doce? Namoro para mim, vai além do comparativo de comer um doce. Namoro é antes de tudo, uma aliança. Uma aliança espiritual entre duas pessoas de sexos opostos. Pessoas que pretendem se conhecer e estender esse conhecimento mútuo para as fronteiras do casamento. Tenho experimentado isso em minha vida. Já namorei alguns anos antes de me casar. No meu namoro com a minha atual esposa,  aprendi a amá-la. Também aprendi que mais prazeroso que dar beijos e abraços nela, era contribuir para o crescimento de outros jovens, juntamente com ela. Namoro é compromisso, mas também é liberdade. Compromisso com o outro e liberdade em ser quem sou. Namorar é muito bom, mas é preciso de muito cuidado, pois pode estragar. Namoros que dão certo são namoros voltados para os outros; que incluem as pessoas, os amigos, os pais e principalmente Deus. Você precisa entender que namoro não é doce. Namoro é muito melhor que doce. É uma espécie de pizza de chocolate: doce, mas com o poder de sustentar. Para você que namora ou que pretende namorar, vai a dica: não fique só no doce, valorize aquele que pode sustentar qualquer relação: Jesus Cristo. Siga o Cristo crucificado!

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