domingo, 24 de julho de 2011

AMY, O RETRATO DA NOSSA GERAÇÃO



Infelizmente, nesse último sábado (dia 23 de julho) fomos surpreendidos com a triste notícia da morte da jovem e talentosa cantora Amy Winehouse. Com apenas 27 anos de idade, Amy Winehouse conquistou quase todos os grandes prêmios musicais que um artista poderia conquistar. A fatídica morte da jovem Amy, já fora anunciada a muito tempo, através de seu estilo de vida autodestrutivo. Amy Winehouse é o retratado da nossa geração. Viciada em drogas e metida em várias e frequentes confusões, a cantora tornou-se um espelho para toda uma geração de jovens. Amy foi alguém que valorizou muito o talento natural em detrimento da disciplina pessoal. Chegava atrasada em alguns shows e, em outros, subia ao palco, totalmente alcoolizada.A nossa geração tem vivido sob o mesmo prisma existencial em que Amy vivia. Usar algum tipo de droga é status nos dias de hoje, tanto que as recaídas de Amy eram recebidas pelo grande público com muita excitação, como se fossem o exercício de uma grande virtude.  Assim como a bela cantora, nós também não levamos muito a sério o trabalho e nem a disciplina pessoal. Nos contentamos com o talento natural que possuímos,  e buscamos a morte através de um estilo de vida que cultua o risco, acima de qualquer outro valor. Fiquei muito triste, mas nenhum pouco surpreso, ao receber a notícia da morte de Amy Winehouse.  Na verdade ela se encontrava num processo de mortificação existencial á muito tempo, a sua morte definitiva já era esperada pelos seus fãns e pela grande mídia. As atitudes excêntricas e agressivas de Amy, era a sua forma de pedir ajuda. Ela gritou por socorro, mas ninguém a ouviu. A nossa geração, igualmente se encontra dessa forma, envolta num processo de mortificação existencial, gritando na intenção de ser ouvida. Não temos uma causa pela qual viver e muito menos uma causa pela qual morrer. Somos na coletividade o que Amy fora na sua pessoalidade: um símbolo brilhante de talento, porém submetido à inutilidade. Pretendo lutar para que a minha geração não tenha um final como o de Amy Winehouse. Quero assumir um estilo de vida onde a própria vida seja a fonte reguladora de todas as minhas ações. Luto para ser como Jesus Cristo, que morreu jovem, com apenas 33 anos de idade, mas que viveu uma vida comprometida com a disciplina e com o amor. Amy é um espelho para nós. Talvez se olharmos para a sua biografia, nos enxergaremos nela. Buscamos a satisfação de nossos prazeres a qualquer custo, e nesse processo de busca, nos autodestruímos pouco a pouco. Infelizmente, a nossa geração está previamente condenada a um final trágico como o de Amy. A única esperança para a nossa geração, é experimentar a vida que Jesus Cristo oferece. Se Amy Winehouse tivesse experimentado essa vida, ela estaria viva para cantar e nos encantar com o seu timbre diferenciado. Faça de Jesus o seu espelho. Siga o Cristo crucificado!


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